A gente acha que não existe, que não acontece...mas não é sempre assim. Um dia, você está andando na rua, viajando de avião, entrando no cinema e, de repente, dá de cara com o amor da sua vida.
Acho um barato o comercial do refrigerante H2OH, em que um rapaz e uma moça se encontram e se encantam um com o outro à primeira vista. Olha ele aí...
O mais interessante do comercial é que no rapaz surge um rabo de pavão, cheio de penas maravilhosas, que espantam todo mundo. A galera sai correndo daquele rabão, mesmo sendo a pena do pavão um dos mais cobiçados tipos de penas de aves. Quer ter uma idéia? No carnaval, são usadas ainda para enfeitar fantasias, apesar dos carnavalescos estarem começando a optar pelas penas sintéticas. Cada pena de pavão - natural, não a sintética - custa R$ 2,00. Imagina quando vale um rabão destes?
O que me é interessante nesta propaganda é que o povo foge do que é estranho, mesmo que o estranho seja belo. A gente não está - definitivamente - acostumado às diferenças.
A propósito, já vi várias vezes o pavãozinho do Campo de Santana... ele é lindo! Qualquer dia, vou até lá tirar uma foto...
Torço para que você só encontre gente bacana em seus caminhos, que eles estejam sempre floridos, e que com as pedras que aparecerem por aí, você faça uma sopa, a "suculenta sopa de pedras do meu pai"...
Sabe quando você escuta essa frase de uma amiga e fica sentindo cheiro de mofo? Não que a sua amiga esteja mofada, não é isso! É que o que você gostaria de ouvir era justamente o contrário, a frase 'tá velha, desgastada, mofada mesmo. É uma frase "vomitante"...
"Por que você foi tão covarde? Por que você não foi lá e tomou pra você o que você queria? Por que você esperou que o destino resolvesse o problema, desatasse o nó?" (era o que eu queria ter ouvido!)
Eu acho que quem se preserva, não vive. Quem não arrisca, não petisca (a propósito, tentei explicar esta frase outro dia para o meu professor de inglês, que não é daqui, e ele não entendeu nada!).
Em 2009, eu quero ter CORAGEM! Só isso... precisa mais?
Assaltante é baleado e preso no Centro do Rio Perseguição com tiros provocou pânico pelas ruas. Prisão aconteceu nos fundos da Caixa Econômica.
Um homem não-identificado foi preso após assaltar uma joalheria na Rua México, Centro do Rio, no início da tarde desta segunda-feira (15). Ele foi perseguido por policiais militares que trocaram tiros com o assaltante que acabou ferido na mão. Por ser horário de almoço, havia um grande movimento de compras de Natal nas lojas o que provocou pânico e corre-corre nas ruas.
O suspeito foi preso por policiais do 13º BPM (Tiradentes) nos fundos da agência da Caixa Econômica Federal, na Avenida Almirante Barroso. Ele estava com um revólver calibre 38 e, ferido, foi atendido no local. O objeto do roubo foi recuperado e o caso está sendo registrado na 5ª DP (Gomes Freire).
.............................................
Eu estava lá do lado. Foram seis tiros. Tudo muito rápido. O cara assaltou uma joalheria na Rua México, rebocou um monte de relógios da marca Rolex e saiu correndo em direção ao Largo da Carioca.
Na hora do vamos ver, i.e, tiro pra todo lado, fiquei imóvel, não me abaixei, não me joguei no chão, virei uma estátua pateta - e sortuda! Que seguranças são esses que atiram no cara no meio da maior multidão, meu Deus, à 13:15 h da tarde?
Mais uma vez, estou descobrindo tarde uma cantora que já faz sucesso há algum tempo.
Mas, como eu gosto da voz dela... nada que chegue perto da Norah Jones, mas, seus hits tocam à beça no meu MP4.
Ainda por cima, ela tem um Q de Janis Joplin, mesmo que seja pura produção.
Voz poderosa, de diva negra, essa inglesinha tem suingue...
Tenho visitado também a discografia da Madeleine Peyroux, mas ela não me toca tanto. Sabe como é, é uma questão de empatia. Ou acontece, ou não. Caetano é sábio.
Só para dar um gostinho, escuta aí uma música da Joss que eu gosto muito...
O 2009 é o ano do boi ou búfalo. Na mitologia oriental, o pacífico boi chegou segundo a chamada do Buda moribundo; só precedido pelo veloz rato (rata), o boi é, portanto o segundo animal do zodíaco chinês. A pessoa que pertence ao signo do boi, é caracterizada por grande meticulosidade e excepcional capacidade de concentração em âmbito trabalhista.
Cuidado ao apartar um nativo do boi das suas metas … quase nada no mundo poderá fazer mudar-lhe os planos ao último momento!
Os nativos do boi são pouco capazes de fazer grandes surpresas, mas sem dúvida sua confiabilidade é um grande dom. Efetivamente, são pessoas consideradas dignas da máxima confiança.
Se estás só, em primavera terás um encanto insólito que te permitirá causar muitas vítimas. Tanto saber fazer favorecerá o nascimento de um sentimento intenso e duradouro por um casal do signo da Rata. O inverno, em mudança, irás depois da busca de uma paixão redescoberta com teu casal de sempre, enquanto quem estão sós saborearão o amor de uma pessoa do passado.
Trabalho
Maio e Junho te infundirão ambição e um fala persuasiva. Estarás mais brilhante que nunca e terás ideias e iniciativas triunfantes, principalmente se desenvolves actividades intelectuais ou se te ocupas de relações públicas. Em inverno, especialmente em Novembro, ostentarás ainda de audácia e celeridade na tomada de decisões relativas a movimentos de dinheiro.
Saúde
Durante quase todo o ano estarás apoiado por uma boa vivacidade física e por um grande entusiasmo psíquico. O inverno se delineia como um período animado por uma grande energia no qual te dedicarás com empenho a melhorar teu aspecto físico.
A Lung Ta é uma bandeira que contém preces tibetanas em seu pano.
Normalmente a Lung Ta é oferecida para auxiliar no espírito, sucesso e sorte dos seres e possuem um cavalo desenhado no centro, e nos quatro cantos estão quatro animais místicos: Leão da Neve, Garuda, Dragão e Tigre. Representam quatro humanos e as quatro qualidades divinas de um ser humano elevado.
Quando os cavalos de vento tremulam com a brisa, suas preces e mantras são carregados na direção do céu com a intenção de beneficiar todos os seres sencientes.
Nas minhas Lung Ta(s) imaginárias, eu desejo:
PAZ interior pra você, meu irmão e minha irmã,
QUE Deus te conserve alegre, com um sorriso no rosto,
mesmo nos momentos mais difíceis,
QUE Ele te dê serenidade para recomeçar
e levantar toda vez que você cair,
QUE ele te abençoe todos os dias ao deitar,
e que te dê luz ao acordar,
QUE você veja a chuva como uma benção,
ao irrigar a terra e te dar alimentos,
QUE você seja humilde ao errar
e seja capaz de voltar atrás,
CORAGEM para pedir desculpas a alguém que
você goste muito, pois mágoa pesa sempre,
VONTADE para continuar caminhando
e, principalmente, aprendendo,
QUE Deus te permita ter tempo para pensar
duas vezes diante de todos os obstáculos, para
NÃO ferir ninguém, ser ético e transparente,
mesmo que não seja esse o jogo a ser jogado...
Que os ventos levem minhas orações para bem longe e
É simplesmente sensacional a gravação que a Alanis Morissette fez para Crazy, do Seal. Ela deu uma intensidade à música, um arranjo, sua voz soou forte e marcante... AMEI!
Por que será que o meu marido compra sempre os celulares mais caros do planeta se ele sempre anda com o seu desligado, fora da área de cobertura, descarregado, ou simplesmente não atende?
Todo mundo que eu conheço anda muito insatisfeito. Esse ano de 2008 foi o ano do rato. Tudo aconteceu muito rápido: casais se separaram, se reconciliaram, pessoas conheceram outras pessoas, gente casou, gente mudou, gente morreu, gente brilhou. Mas, cá pra nós, a galera anda muito insatisfeita.
Ano que vem será o ano do boi. Tudo será muito lento (se Deus quiser!). Mas, será que vamos aguentar esperar? Do jeito que andamos...
Eu ainda fico com o Lulu Santos: "Eu me recuso à admitir que amar é sofrer!"
Por enquanto, está tudo indo bem. Mas, ao invés das pessoas ficarem gratas por você estar cedendo o seu tempo e fazendo tudo com carinho, começam a te achar um empregado, que tem que estar disponível e fazer as coisas no ritmo delas.
Haja paciência.
Ainda por cima, esquecem que aceitar a diversidade é ser inclusivo e não o contrário. Ser preconceituoso com a religião dos outros é a coisa mais repugnante que eu já vi na vida. E olha que os preconceituosos são os jovens.
Haja paciência.
A festa ainda não aconteceu e já tem gente dizendo que aquilo tudo é um "Circo dos Horrores".
Desde o iníciozinho de Novembro, começamos a ver os lojistas aprontando as vitrines para o Natal. Aos poucos, tudo foi sendo coberto por uma estranha mistura de branco, vermelho, verde-bandeira e dourado. Continuamos a fazer menção a uma cidade coberta de neve e a um monte de renas, que ajudam o tal Noel a entregar todos os presentes, mesmo estando em um país dos trópicos.
Eu ando tão sem paciência para comprar presentes, que nem sei. Todo ano, participo de um amigo oculto em família, e na hora do sorteio, fico rezando para retirar o nome de alguém bem próximo (tipo o meu pai, ou a minha mãe) para facilitar, porque ando meio cansada de dar presente errado! A gente vê na cara da pessoa que ela não gostou. E não adianta comprar numa loja da moda, que nem sempre isso é sinal de que você vai acertar.
Me lembro da vez que, num outro amigo oculto, o meu marido 'sorteou' uma conhecida e nós compramos uma garrafa de vinho branco caríssima pra ela.... e ela deixou a garrafa cair no chão assim que abriu o pacote!!! Eu quase tive um enfarto ali mesmo. Graças à Deus, a garrafa não se quebrou, mas tanto eu quanto o meu marido ficamos estupefatos com a cena. Depois de meses, nossa amiga nos encontrou num almoço e nos disse que, finalmente, depois de um bom tempo, havia aberto a garrafa. Até que o vinho era bom, ela disse. Pois é.
Eu fico me perguntando onde foi parar o espírito do Natal ou, ao menos, a delicadeza de outras épocas (ou será que as pessoas eram delicadas comigo só porque eu era criança?). Estão todos muito estressados e irritados com o mundo. Só nesta semana assisti a duas cenas de extrema violência, que poderiam ter acabado em desgraça. As duas aconteceram no trânsito.
A primeira briga foi em frente ao Sambódromo, templo do samba carioca, onde um rapaz que tentava atravessar a rua, apontou para o sinal fechado para mostrar a um motorista prestes a jogar o carro sobre ele, que ele ainda estava dentro do seu direito... O motorista enfurecido encostou o carro e partiu para cima do rapaz, para tomar satisfações. Nós não ficamos para ver o desfecho.
Na segunda vez, os protagonistas foram o motorista de um táxi e o de um ônibus. Não sei ao certo como tudo começou, mas sei que o taxista quebrou o espelho retrovisor do ônibus, com uma paulada (isso eu vi). E daí, como uma flecha, o motorista do ônibus desceu do veículo e começou a chutar a porta do táxi desesperadamente. Tanto, que seu sapato foi arremessado para longe.
Eu ando com medo de andar na rua e alguém não ir com a minha cara por qualquer coisa que eu diga ou faça. De repente, posso chegar em casa com um olho roxo, sem ao menos, saber porquê. Eu fico pensando que tenho que ser boazinha, deixar rolar, passar, fingir que não vi, que não é comigo.
Na saída do cinema outro dia, estávamos na fila do táxi e um casal nos passou a frente, sem pedir licença. Meu marido ficou transtornado com a cara-de-pau dos dois, e queria tomar satisfações. Vale à pena?, eu perguntei. Não vale! A gente corre o risco de se aborrecer seriamente por nada.
Mas, aí, acabamos trancados em casa, com medo do que pode acontecer na rua. Não adianta não estar dirigindo, vai que a mulher do taxista dormiu de calça jeans!? Não adianta ir ao cinema que tem lugar marcado, vai que alguém quer ver o início do filme que perdeu e esquece que naquela sessão seu lugar já não vale mais, e decide que não vai mudar de lugar... enfim, todo mundo está "tolerância zero". Viramos todos uns "Saraivas", ótimo personagem do saudoso Francisco Milani, mas que era engraçado na ficção - na vida real, ele deixa tudo muito pesado!
E o espírito do Natal, por onde anda, heim?
Para que a gente não fique tão triste com o jeito que estamos, ainda mais numa cidade tão linda como o Rio de Janeiro, posto aqui uma música do U2 - City of Blinding Lights - que eu acho muito bacana, que pra mim tem a ver com essa época de Natal (não sei porque) e que está num dos CDs que eu me dei de presente (a trilha sonora do filme "O Diabo veste Prada").
Acho que liberdade, muito mais do que poder dizer o que pensa, o que está sentindo, é poder calar-se quando bem entender, sem dar explicações. Liberdade é o silêncio ao invés da palavras que ferem. Liberdade é cuidado com o outro mas, principalmente, cuidado consigo mesmo.
Sexta-feira, ligo para a motorista do taxi, nada dela atender. Pedimos ajuda a menina do sítio e ela consegue confirmar nosso taxi para as 13:30.
A viagem do sítio até o aeroporto é longa. Chegamos em Congonhas às 15:00, bem na hora do check-in para o nosso vôo, que é às 15:30. O rapaz da Gol nos tira da fila. Minha cabeça está começando a doer, já que eu saí do sítio sem almoçar, apenas com umas esfirras de 11:00 da manhã na barriga, literalmente digeridas.
Fazemos o check-in e entramos na sala de embarque em tempo. Damos de cara com a Simone, a cantora, maaaaaggggrrrrraaaa! Nem dá pra reconhecer (mentira, eu sempre reconheço todo mundo, mesmo por trás de um óculos de sol branco, como foi o caso da Ana Maria Braga da outra vez)...
Quando finalmente somos chamadas à embarcar, são 15:45, e a promessa é que o vôo decola às 16:00. Você não acreditou nisso, né? É vôo da Gol... que agora é Gol-Varig.
A primeira surpresa são as "aerovelhas". Logo a Gol que tinha o maior preconceito com comissária passadinha, agora está tendo que engolir as "aerovelhas" da Varig.
Ficamos esperando pra decolar. Sabe quanto? Uma hora e meia. Sabe que horas eu cheguei no Rio? Às 18:00, logo o horário que eu estava tentando evitar, para não pegar o rush da Avenida Presidente Vargas.
Pois bem, pensa que acabou? Na-na-ni-na-não! Chegando na fila da cooperativa de taxis amarelinhos do Santos Dummont, vi que ela era enorme, mas estava andando bem.
Na minha frente, um casal mais velho, que parece estar curtindo a vida e a terceira idade, informa ao cara que organiza a fila que vão para Ipanema. São prontamente atendidos. Na minha vez, o cara pergunta:
- Vai pra onde?
E eu, já com medo da cara feia e com muita dor de cabeça, respondo: - Tijuca.
Dois taxis passam e o cara diz pros motoristas: - Vaza!
Como assim, "Vaza"? Eu tô pagaaaaaano, como diz a Lade Kate. No terceiro, eu pergunto:
- Nesse eu vou?
E ele responde: - Nesse a senhora vai.
Era um taxi caindo aos pedaços, todo sujo e velhinho. Eu estava desesperada para chegar em casa, então fui. Não aguentei, dedurei o cara da fila pro taxista. Ele ficou tão p***, que me trouxe a Tijuca em 20 minutos, mesmo com todo o engarrafamento da Pres. Vargas.
Então, malandro, quem é que riu por último? Humpf! Eu, eu, eu, o maluco si f***