quinta-feira, janeiro 08, 2009
Campo de Girassóis
quarta-feira, janeiro 07, 2009
Conhecimento é luz
Hoje, no Centro do Rio de Janeiro, vi uma cena inspiradora. Uma mulher, que trajava um uniforme, desses de empresas de limpeza contratadas por outras empresas, estava diante de uma banca de jornal. Ela parecia ser bem humilde, difícil dizer o quão culta ela era, o quanto de educação formal ela recebera.
Estava parada diante de uma banca de jornal, uma banca especial, cujo jornaleiro dispõe, diariamente, um conjunto de mapas plastificados no seu exterior. Ela olhava para um Mapa Mundi com uma fome... uma fome de informação impressionante.
Passei devagarinho por trás dela. Notei que ela, com seu dedo indicador, procurava por Israel e a Faixa de Gaza. Ela estava ali, absorvida pela necessidade de saber onde é esse tal Oriente Médio que tanto falamos.
E eu concluí que conhecendo o mundo, abrimos uma porta para um caminho que ilumina as nossas vidas.
terça-feira, janeiro 06, 2009
Scrapbook
Canon Creative Park: http://cp.c-ij.com/en/index.html

Em breve, mostrarei o resto aqui...
domingo, janeiro 04, 2009
Amarrações
Pois bem, por acaso, clicando num daqueles anúncios que alguns blogs colocam nas suas laterais, cheguei ao site da American Apparel, que vende scarfs, um tipo de écharpe de seda ou de malha de algodão que se trata, basicamente, de um retângulo comprido com o qual você pode fazer mil amarrações e inventar blusas e protetores para o cabelo.
Algumas são bem simples. Outras, mais complicadas, fazem um excepcional efeito. Vale à pena conferir os vídeos.
Deixo aqui o endereço:
http://store.americanapparel.net/2445.html
No post Forget-me-not knots, também é possível ver um vídeo de outras amarrações.
E para quem precisa de obscuros objetos do desejo neste início de ano, lá vai:
http://www.susannealweaving.com/
Mas, cuidado! Desejar estas pashminas pode ser algo que tome conta de você.
Divirta-se!
sábado, janeiro 03, 2009
Teatro [2]: Beatles num céu de diamantes
Por indicação de um amigo, resolvemos ver esta peça, antes que ela saísse de cartaz. Fomos para o teatro com a difícil missão de agradar ao maridão, que diz não gostar de teatro. Ele foi contrariado e, por isso, o espetáculo tinha que ser realmente bom.O último musical que vimos foi em Londres, por indicação deste mesmo amigo, que estava conosco, e que nos incentivou a ver Rei Leão. Amamos, é divino.
Este musical era sobre Beatles. Meu marido, um grande fã dos Rolling Stones, não viu muita graça, mas como fui eu que comprei os ingressos, ele foi.
Eu, que sempre amei os Beatles, estava empolgadíssima, mas confesso que ao pegar o programa, no teatro, fiquei um pouco decepcionada. Tratava-se de uma peça com um fio condutor tênue, onde as músicas construíam os diálogos. Eu pensei: onde será que isso vai dar?
E aí, deu no que deu. Beatles num céu de diamantes é realmente lindíssima. Um musical pra ficar na memória. Causa na gente uma sensação estranha, como
se todas aquelas músicas tivessem sido escritas pra estar ali, encenadas por aqueles atores/cantores. Mérito dos roteiristas, da direção e dos arranjadores das músicas, além dos músicos e cantores, é claro. Tudo simples e muito bonito.Alguns, já conhecidos, não decepcionam, como a Gottsha e a Kacau Gomes, esta última, com uma voz muito bonita. Mas, a alemazinha Tatih Köhler é excepcional. Ela canta as músicas mais bonitas, mais tocantes, aquelas que mais me emocionaram.
Os meninos também cantam muito bem, dão um show mesmo, e a gente se arrepia de tal maneira que, quando vê, está tirando o lencinho de papel de dentro da bolsa pra secar as lágrimas.
Tivemos, eu e meu marido, a mesma sensação, de que passamos a entender melhor as músicas dos Beatles, com letras muito profundas por sinal, ali, naquele contexto. Já havíamos ouvido várias delas muitas vezes, outras nem tanto, outras sabíamos de cór, mas foi incrível perceber o quanto elas se encaixam, e sentir que talvez aquelas músicas todas, compostas em épocas diferentes, por membros diferentes do grupo, talvez tivessem vindo ao mundo para dialogar umas com as outras e, quem sabe, formar uma obra que só pode ser entendida quando lida e interpretada assim, em conjunto.
A cena mais bonita pra mim é quando a Kacau e o Raul cantam juntos Yesterday e Let it Be, como se a segunda música fosse a resposta pra primeira. Veja só como as músicas são complementares...
Beatles num céu de diamantes foi uma grata surpresa, que nos deixou felizes, nos deu contentamento e a certeza de que all we need is love, love, love is all we need, com muita bolha de sabão.
Teatro [1]: um elefante incomoda muita gente!
Fomos ao Teatro Leblon, mesmo com o temporal que caiu e com o medo de enfrentar bolsões d'água na orla da Lagoa. Na chegada ao teatro, passei no meu primeiro teste: não foi nada complicado trocar o código das entradas compradas no Ingresso.com pelos tickets na bilheteria. Ainda bem que fizemos as compras antes, porque se fôssemos deixar pra comprar na hora, seria impossível. O teatro estava lotado e os lugares, esgotados. Sucesso é isso aí!
Nosso segundo teste foram os lugares escolhidos. Se eu conhecesse o teatro, eu não teria escolhido aqueles lugares. Mas, fazer o quê? Pro maridão, era imprescindível sentar na ponta, com facilidade de acesso e, de preferência, sem nenhum vizinho além de mim. Então tá, agradei a ele, estava bom... mesmo que pra isso a minha visão da peça ficasse um pouco comprometida.
Aí, veio a parte engraçada. Na nossa fila, cinco cadeiras. A mais escondida, com menos visibilidade, mais dificuldade de acesso e tudo o mais, coube a um cara bem gordinho. Quando ele chegou ao teatro e viu que aquele era o seu lugar, ele disse à lanterninha:
- Ali eu não sento, me arruma outro lugar!!
Mas, como?, pensamos. Esse teatro não está cheio? O cara disse que não sentava e pronto! A confusão estava formada. A lanterninha, uma nordestina senhora já, andava de um lado pro outro, conferindo junto à bilheteria se alguém havia faltado, se ia sobrar lugar.
De repente, não só eu e meu marido, mas boa parte do teatro já havia tomado conhecimento da história do gordinho, e já estava participando, fazendo caretas, opinando.
E a peça começou a atrasar. A luz acesa, o pessoal de olho no relógio e nada da peça começar. De repente, começaram a achar que o problema era com o gordinho. E as pessoas começaram a bater palmas, inconformadas, agoniadas, chateadas pelo atraso. A lanterninha foi ficando nervosa. Eu confesso aqui, em público, que eu comecei a achar graça. Sabe por que? Porque o gordinho estava acompanhado de um monte de gente, família enorme, e ninguém se dignou a trocar de lugar com ele pro perrengue terminar. Só queriam que ele desse um jeito no problema. Solidariedade zero. Ora bolas, foi aquele lugar que eles compraram, alguém teria que sentar ali, se não estava a fim de sentar, não tivesse comprado.
No meio da algazarra, do povo reclamando impaciente, uma voz, em off, disse que a equipe da peça estava dando um jeito em um problema técnico e que a peça começaria em dez minutos. Depois, a gente veio a saber que o problema era microfonia. Mas, tudo bem, aquela meia hora de espera valeu pela graça.
Moral da história: o gordinho acabou arrumando um lugar melhor, mas impediu que a pessoa que estava sentada atrás dele assistisse à peça direito, com aquelas costas largas.
E eu e o maridão resolvemos começar uma dieta já!
sexta-feira, janeiro 02, 2009
Mudança
Frequentemente, quando alguém escrevia demais, dizia-se que a pessoa estava enchendo lingüiça (com trema). Hoje o trema da linguiça caiu. Chega a me dar enjoo (sem "^") saber que eu vou ter que memorizar tudo que mudou até que o software que eu utilizo incorpore todas as mudanças vigentes. Vai ser hiperengraçado (tudo junto) quando a gente se der conta de que as mudanças só servirão para nos dar dor de cabeça (com hífen ou sem hífen?).
Há os que creem (sem acento "^") que esta mudança ortográfica será benéfica. Há também os que pensam que estamos abrasileirando o Português. Que nada: a bicha em Portugal continuará sendo a fila do banco e no Brasil, aquela que faz ponto na avenida à beira mar.
Quem gosta de pera terá que se acostumar em escrever pera sem o circunflexo. E se a gente para (já sem o agúdo) pra pensar, quem sabe ao final, não simplifique?
Vendo o Programa "Entre Aspas", da Globonews hoje, vi um poeta argumentando que a língua pode ser encarada com um artefato (sem o "c" antes do "t") a nosso serviço. É assim que encaram os ingleses e os norte-americanos. Nós deveríamos ser livres para usar a língua como bem quiséssemos, sem termos que estar presos ao que dita uma Academia de Letras (segundo ele, troço inventado pelos franceses). Está bem, a Academia bem que protege o Português, mas, cá entre nós, será que a maior proteção de uma língua não é seu uso contínuo?
Veja aqui um resumo com as principais mudanças.
quinta-feira, janeiro 01, 2009
O pior filme de Natal
A pesquisa deste final de ano do jornal O Globo (versão online) tratou dos filmes de Natal. Os leitores foram induzidos a opinar sobre qual o pior filme de Natal... de todos os tempos.Segue a lista dos votados. "O Grinch" foi o eleito! Eu também acho aquele filme horroroso! Aliás, gosto de muito pouca coisa feita pelo Jim Carrey. Aliás, uma amiga minha me garantiu que "Brilho eterno de uma mente sem lembranças" é bom! Eu não sei: será que dou ou não uma chance ao cara?
Sei, não. Todas as vezes que tentei, me dei mal. "Eu, eu mesmo e Irene" é um desastre. E todas aquelas caretas, o que aquilo significa? Será que o cara se acha engraçado? Olha só essa foto aí do lado!

Bom, eu acho que o jornal O Globo podia abrir uma brecha para os piores filmes do final do ano. Conversando com a minha amiga Clarisse, falamos sobre a sacanagem de exibir Bambi no dia 31/12. O que é isso: o programador da Globo é doente?
Eu confesso: quando vi que era Bambi que ia começar (e começa logo com a cena dele sem mãe, o pai procurando quem cuide da cria), desliguei a tv. Fui fazer coisa melhor.
Bom, uma coisa me consola: esta pesquisa mostra que não sou só eu que não aguenta ficar assistindo a esses mesmos filmes todo Natal. Dá pra mostrar uma coisa alegre, aí, ó meu?
Alegria, alegria
Veja os prognósticos...
"Depois de anos tão turbulentos, o ano de Sol promete trazer esperança no coração das pessoas. Como o Sol alimenta a semente da vida, novas oportunidades deverão surgir, dando-nos energia e dinamismo para investir na construção de um futuro melhor. O Sol dá otimismo e uma capacidade maior de lutar pelo que acreditamos. Nesse ano haverá uma energia propícia para o desenvolvimento da individualidade, da vitalidade, da expansão, da auto-estima e do nosso poder criativo". (o resto você encontra em http://www.revistabrasileiros.com.br/edicoes/17/textos/397/)
E para embalar este ano mais alto astral, eu posto uma musiquinha maneira do Black Eyed Peas, que eu adoooorrrroooo...
Frase do dia (porque o ano está só começando)
da avó da Cristina Guerra, Dona Juju.
E eu, só posso dizer que sinto saudades da minha avó, que também carregou esse sopro de juventude com ela sempre.
quarta-feira, dezembro 31, 2008
Dicas da minha amiga Magali pra viver bem em 2009
A vida melhora imensamente quando você pára de deixar as coisas acontecerem e passa a fazer as coisas acontecerem.
Ao invés de ser uma vítima, seja alguém que faz.
Ao invés de procurar alguém para culpar, procure pelo que você pode fazer. Ao invés de perguntar: "Por que isso aconteceu comigo?", pergunte "O que posso fazer?".
Estabeleça suas prioridades e se concentre em seus objetivos.
Nenhuma situação pode lhe derrotar quando você vive com determinação. As coisas que lhe acontecem têm uma importância menor ao lado do que você pode fazer com elas.
Seu senso de direção, seu foco, seu comprometimento e ação eficaz guiarão você em qualquer situação, não importa o que aconteça.
Seja responsável - nos seus pensamentos, suas palavras, suas crenças, suas ações - pelas coisas que acontecem, e elas serão muito mais ao seu gosto.
Faça a vida acontecer e ela acontecerá para você também.
terça-feira, dezembro 30, 2008
Oração no Final do Ano
Oração no Final do Ano
Senhor Deus, dono do tempo e da eternidade, Teu é o hoje e o amanhã,
o passado e o futuro. Ao acabar mais um ano, quero te dizer obrigado por
tudo aquilo que recebi de ti. Obrigado pela vida e pelo amor, pela saúde
e pela sabedoria, pela família e pelos amigos, pelo perfeito funcionamento
de meus cinco sentidos, pelas flores, pelo ar e pelo sol, pela alegria e
pela dor, pelo que foi possível e pelo que não foi.
Ofereço-Te tudo o que fiz neste ano, o trabalho que pude realizar,
as coisas que passaram pelas minhas mãos e o que com elas pude
construir. Agradeço pelas pessoas que amo e que me amam, pelas
amizades novas e antigas, pelos que estão perto de mim e por
aqueles que estão distantes, por aqueles a quem pude ajudar,
por todos aqueles com quem compartilhei a vida, o trabalho,
a dor e a alegria.
Mas também Senhor, hoje eu quero Te pedir perdão.
Perdão pelo tempo perdido, pelo dinheiro mal gasto, pela
palavra inútil e pelo amor desperdiçado. Pela ingratidão para com
aqueles que me fizeram somente o Bem.
Perdão pelas obras vazias e pelo trabalho mal feito.
Perdão pelas mágoas causadas aos queridos de meu coração.
Perdão por viver sem entusiasmo. Pela falta de tempo para os amigos
que sempre tiveram tempo para mim.
Também pela oração que aos poucos fui adiando e que agora
venho apresentar-Te.
Por todos os meus olvidos, descuidos e silêncios novamente
Te peço perdão.
Nos próximos minutos começaremos um ano novo.
Paro a minha vida diante do novo calendário que ainda não
se iniciou e Te apresento estes dias que somente Tu sabes
se chegarei a viver.
Hoje Te peço para mim, meus parentes e amigos, a paz e a
alegria, a fortaleza e a prudência, a lucidez e a sabedoria.
Quero viver cada dia com otimismo e bondade, levando
a toda parte um coração cheio de compreensão e paz.
Fecha meus ouvidos a toda falsidade e meus lábios às palavras
mentirosas, egoístas ou que magoem.
Abre, sim, o meu ser a tudo o que é bom.
Que o meu espírito seja repleto de bênçãos para que eu as
derrame por onde passar.
Enche-me também de bondade e alegria, para que todas as
pessoas que eu encontrar em meu caminho possam descobrir
em mim um pouquinho de Ti.
Dá-nos um ano feliz e ensina-nos a repartir a felicidade.
Que assim seja !! Amém!!!
FELIZ 2009!!!!
domingo, dezembro 28, 2008
WALL*E
Desde que vi o filme WALL*E, um desenho animado supostamente feito para crianças que, no fundo, no fundo, é um alerta para nós, adultos, eu não consigo tirá-lo da minha cabeça. Desta forma, saibam que este post estava em gestação desde então.
WALL*E é um filme muito contundente, que trata de assuntos extremamente graves. Para quem não viu ter uma idéia, os principais temas são:
- o excesso de lixo, dentro e fora do planeta Terra;
- o excesso de peso de quem precisa exilar-se no espaço e tem que viver anos em gravidade zero.
As cenas são encantadoras, ao mesmo tempo que são aterrizantes. O robozinho, um dos protagonistas do filme, tem como PET uma encantadora baratinha, que ele esmaga de vez em quando, mas que sempre sobrevive e é sua fiel escudeira. Existe uma lenda urbana que diz que só as baratas sobreviveriam à terceira guerra mundial, né? Então, o filme apela para esta lenda para tornar a barata o único ser vivente na nossa Terra seca e fedorenta, por estar repleta de lixo.
Veja uma das imagens...
Este vídeo mostra um dia de trabalho do WALL*E, que trata de selecionar as coisas. E aí, a gente se dá conta de que diante de um holocausto ecológico, o valor das coisas começa a ser totalmente relativo. Um anel de brilhantes vale muito pouco para quem não tem dedos. Esta imensa quantidade de lixo que vemos nesta cena do filme, em que o WALL*E aparece em uma missão inglória de recolher e compactar lixo, criando arranha-céus das porcarias que abandonamos, me lembrou o problema enfrentado pela provìncia de Nápoles, na Itália, no início de 2008, com o excesso de lixo pelas ruas. Quem não se lembra? Vejam as fotos...

Além disso, o filme trabalha o tempo todo com a idéia de inteligência artificial, já explorada ao extremo pelo Steven Spielberg naquele outro filme com este mesmo nome. Tanto o WALL*E, quanto a robozinha EVE que se torna seu par e que é na verdade uma sonda enviada à Terra para verificar a existência de vida, são robôs que aprendem, que são capazes de entender a utilidade das coisas, têm um senso ético até, e sabem perfeitamente distinguir o que é certo e o que é errado, de uma maneira que nós, humanos, estamos esquecendo com o tempo.
A cena em que WALL*E deixa a Terra e tem que ultrapassar uma barreira de satélites, lixos espaciais que estamos deixando para as futuras gerações tratarem, também impressiona muito. Se dermos uma olhada no site da NASA (http://science.nasa.gov/Realtime/jtrack/3d/JTrack3D.html - precisa ter o JAVA instalado), veremos que mais de 500 satélites atualmente estão orbitando ao redor da Terra. Precisamos mesmo de tudo isso para sermos felizes?
Para piorar, os autores deste filme profetizam um futuro de seres gordos, inábeis em se comunicar face-a-face, com uma extrema dependêncía da comunicação virtual. A cena em que dois gordinhos se tocam (um homem e uma mulher de repente se esbarram e se encostam) é muito impactante. Nós não fomos criados para sermos avessos ao toque. E também, quem precisa de porções tão generosas de hamburgueres e de copos de refrigerantes tão grandes? Quando vemos a situação em que se encontra a população norte-americana e como estamos todos indo pelo mesmo caminho, deveríamos começar a nos preocupar, não?

Eu ando muito preocupada, ecologicamente falando. Mas, o que fazer se todo mundo resolveu entrar na mesma onda? Ah, pra terminar, eu queria deixar aqui um vídeo que recebi pela internet e que considero o melhor vídeo dos últimos tempos sobre esse assunto.
sexta-feira, dezembro 26, 2008
quinta-feira, dezembro 25, 2008
Nada como um cocô de massinha...

Minha irmã, Letícia, e meu sobrinho, João Gabriel (sobrinho dela também)
Que bom! É Natal! Ho ho ho
Contos de Natal - ou como os publicitários estão reinventando as propagandas de telefone celular
Daí veio a crise econômica mundial. As pessoas baixaram a bola, diminuiram o ritmo e começaram a comprar menos. A gente não se lembrou dessa classe de pessoas criativas que tinham que dar conta de um produto, ou das contas publicitárias já ganhas, mas é lógico que eles iam aprontar alguma...
Além do comercial da Claro, que eu amei e postei alguns dias atrás, agora me chamou a atenção uma série da TIM, que enfoca o lado "intangível" do presente, onde a questão é o fortalecimento dos relacionamentos que você tem e não o consumo propriamente dito. Veja, nos três filmes abaixo, se não tenho razão...
Contos TIM - Fábio
Contos TIM - Sophie
Contos TIM - Amando
Esses caras estão sempre nos surpreendendo, né?
Como estou me sentindo nesse Natal

quarta-feira, dezembro 24, 2008
Sempre me faz chorar...
É realmente lindíssima!
terça-feira, dezembro 23, 2008
Playing For Change
De arrepiar, né?
We can change.

