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terça-feira, agosto 20, 2013
terça-feira, maio 01, 2012
Alice in the Wonderland, de 2010
Quanta diferença! O filme de Tim Burton é repleto de efeitos especiais em 3D e deixa o espectador abismado com tanta tecnologia. É difícil dizer quem está melhor, mas o Jonny Deep como Chapeleiro Louco é incrível.
A história funciona como uma continuação.Alice, agora aos 19 anos, está em uma festa da nobreza em Londres, onde vive, até que descobre que está prestes a ser pedida em casamento. Desesperada, ela foge seguindo um coelho branco, e vai parar no País das Maravilhas, um local que ela visitou quando tinha seis anos mas não se lembrava mais. Lá ela é novamente saudada pelo Coelho Branco, a Dormidongo, o Dodô, os gêmeos Tweedledee e Tweedledum e várias flores falantes, no caminho ainda encontram a Rainha de Copas e a Rainha Branca. Eles discutem sobre a sua identidade como "a verdadeira Alice"... Ela precisa provar a todos que é a verdadeira Alice matando o Jaguardarte, porém, Alice não se lembra de nada de seu passado no País das Maravilhas, então ela toma uma escolha... só vendo o filme para saber o resto!
Aqui um poquinho do making-off do filme...
Eu adorei, até escrevi sobre ele aqui no blog na época em que o vi no cinema. Para quem não viu, corra, veja já!
Quem observa a tecnologia presente no primeiro filme, o de 1903, e vê este do Tim Burton, consegue concluir sobre o quanto evoluimos no sentido de colocar a tecnologia em função do entretenimento e da diversão! É o mundo da Sociedade do Conhecimento, onde certas profissões são cada vez mais valorizadas e admiradas por todos nós, como esses editores fantásticos que agora criam sobre telas verdes de cromaqui.
segunda-feira, abril 30, 2012
Alice, o primeiro filme
Sou muito fã da Alice. Acho o máximo a história, parece um sonho de menina, cheio de reflexões, de coisas que nos fazem pensar.
Não é que, por acaso, esbarrei com o primeiro filme, de 1903, feito sobre a história de Lewis Carrol?
Olha ele aqui.
Está certo que a história é contada de modo bem resumido em pouco mais de 9 minutos. Mas, não é que eu gostei? É uma relíquia. E você, o que achou?
Alice através do espelho. Lewis Carrol. 9a. edição. p. 138.
Música do dia: Alice Underground - Avril Lavigne
Não é que, por acaso, esbarrei com o primeiro filme, de 1903, feito sobre a história de Lewis Carrol?
Olha ele aqui.
Está certo que a história é contada de modo bem resumido em pouco mais de 9 minutos. Mas, não é que eu gostei? É uma relíquia. E você, o que achou?
Escuta, antes que a voz de acento amargo
Venha trazer notícia dolorosa,
Convocando para o final letargho
Uma donzela melancólica.
Não somos mais que crianças, querida,
Agitadas na hora de dormir.
Lá fora, a neve gelada e ofuscante,
Das borrascas a fúria e o capricho.
Dentro, a lareira, o fulgor radiante,
Do júbilo da infância ninho e nicho.
Aqui te prendem essas mágicas vozes:
Não ouvirás esses ventos velozes.
E embora se ouça a sombra de um suspiro
A estremecer no meio dessa estória,
Pelos "dias felizes" consumidos
E do verão a esvaecida glória,
Turvar não quero, com hálito enfadonho,
Todo o prazer deste conto-sonho.Alice através do espelho. Lewis Carrol. 9a. edição. p. 138.
Música do dia: Alice Underground - Avril Lavigne
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