terça-feira, maio 01, 2012

Alice in the Wonderland, de 2010


Quanta diferença! O filme de Tim Burton é repleto de efeitos especiais em 3D e deixa o espectador abismado com tanta tecnologia. É difícil dizer quem está melhor, mas o Jonny Deep como Chapeleiro Louco é incrível.



A história funciona como uma continuação.Alice, agora aos 19 anos, está em uma festa da nobreza em Londres, onde vive, até que descobre que está prestes a ser pedida em casamento. Desesperada, ela foge seguindo um coelho branco, e vai parar no País das Maravilhas, um local que ela visitou quando tinha seis anos mas não se lembrava mais. Lá ela é novamente saudada pelo Coelho Branco, a Dormidongo, o Dodô, os gêmeos Tweedledee e Tweedledum e várias flores falantes, no caminho ainda encontram a Rainha de Copas e a Rainha Branca. Eles discutem sobre a sua identidade como "a verdadeira Alice"... Ela precisa provar a todos que é a verdadeira Alice matando o Jaguardarte, porém, Alice não se lembra de nada de seu passado no País das Maravilhas, então ela toma uma escolha... só vendo o filme para saber o resto!

Aqui um poquinho do making-off  do filme...




Eu adorei, até escrevi sobre ele aqui no blog na época em que o vi no cinema. Para quem não viu, corra, veja já!

Quem observa a tecnologia presente no primeiro filme, o de 1903, e vê este do Tim Burton, consegue concluir sobre o quanto evoluimos no sentido de colocar a tecnologia em função do entretenimento e da diversão! É o mundo da Sociedade do Conhecimento, onde certas profissões são cada vez mais valorizadas e admiradas por todos nós, como esses editores fantásticos que agora criam sobre telas verdes de cromaqui.

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