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quinta-feira, janeiro 09, 2014

Tudo é vermelho

O verão me remete ao vermelho. Vermelho, como está a minha pele agora, nos pedaços em que não espalhei decentemente o bloqueador solar.Vermelho do sol e do céu de verão.

É ou não é uma beleza esse cenário quente?


Como não ser feliz no Verão Vermelho?


Vermelho dos corações apaixonados, que ficam trocando confidências em plena luz do dia, espalhando felicidade pelas praças das cidades...


Vermelho do coração apaixonado...


Vermelho do tesão, das bocas pintadas com os batons mais bonitos, das unhas mais vermelhas possíveis, das mulheres prontas para seduzir qualquer um com suas armas vermelhas...


Vermelho nas bocas e unhas...


Vermelho da cabeça aos pés...


Vermelho nos maiôs das mulheres que não temem em exibir seus corpos aos olhares dos mais ávidos e famintos...




Vermelho nos maiôs...

 Vermelho nas pipas das crianças a colorir o céu, mesmo quando ele já não reluz o vermelho do sol...

Vermelho das pipas...

Que estação maravilhosa é o Verão. Mesmo que soframos com o calor intenso, que as cidades não tenham infra-estrutura para lidar com tantos banhos e tantos aparelhos de ar-condicionado ligados em potência máxima, é no Verão Vermelho que estamos na rua.

Viva!

Música do dia: Sol de Verão - Roupa Nova

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Etiqueta corporativa num Rio bem acima dos 40

12:30, Largo da Carioca. O "picolé" marca 47o C. Eu páro na frente dele e não acredito. Não pode ser. É muita coisa. Como não "fritar os miolos" desse jeito? Tento tirar uma foto, para ter certeza de que não estou ficando louca, mas o reflexo do Sol no vidro do termômetro é implacável.

Ontem, eu já tinha ficado louca ao ver o mesmo "picolé" marcar 48oC às 16:30, quando desci para tomar um suco. Não pude acreditar que era verdade. Mas, hoje, ao constatar uma temperatura parecida, percebi que estamos vivendo o final dos tempos.

Indo para o centro da cidade, o "downtown" do Rio de Janeiro, às vezes me pego reparando nos homens de gravata, com suas pastas imponentes e seus sapatos combinando, e me pergunto todas as vezes: "Como é que eles não estão assando nesta roupa"? "Como eles aguentam essa mortalha"? É uma tortura, já às 8:00 da manhã.

Na minha empresa, desde que liberaram o traje formal, como meio de encarar o verão, os homens relaxaram um pouco, mas não a ponto de substituir a manga comprida pela curta. Eles a preferem enrolada nos braços, que uma manguinha curta fresquinha. A camisa pólo, só às 5as e 6as, como era antes. Ninguém precisou dizer como deveria ser esse novo formal, eles simplesmente adotaram essa "moda" e assim vêm fazendo desde que o Presidente pôs um fim ao terno-e-gravata no verão.

Mas, e as mulheres? Como ficam? Qual é o novo formal das mulheres, sem o terninho convencional? Eu ainda não sei. Temos apelado para as saias e vestidos. Eles têm dado conta. Mas, pouco vemos as cores. Na maioria das vezes, não vemos estampas grandes, cores fortes e trajes parecidos. Só os lisos, saias envelopes, sapatos "peep-toe" (aqueles fechados com os dedinhos à mostra) e blusas de algodão, bem abertas e frescas.

Mas, e quando o informal fica vulgar? Como saber a medida? Como saber que certas blusas não caem bem ao ambiente corporativo, que calça branca às vezes chama atenção demais, que alguns decotes pedem um pouco de moderação?

Como combinar calor com profissionalismo? Você já pensou nisso? Como é que você faz? Se você tem que visitar um cliente, invariavelmente vai de terno e gravata? O cliente te espera nestes trajes? Ele está nestes trajes? O que vale mais, chegar limpo e fresquinho numa roupa mais leve ou com aquela incrível poça de suor embaixo do braço?

Se continuarmos como estamos, vamos acabar nos vestindo como os tuaregues no deserto do Sahara, tendo que usar roupas de algodão compridas, com um pano que proteja a cabeça do sol. É ou não é o final dos tempos?

E como diz um grande amigo meu, será que o motivo de tudo isso não se deve ao fato da Terra estar supostamente inclinando 1 ou 2 graus?

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Bolsinha

Depois da discussão sobre a bolsa da Louis Vuitton, resolvi postar a gracinha que comprei no centro do Rio de Janeiro e que me tem feito muito feliz...


Nada como uma carteira de palha, com uma flor de palha, para combinar com esse Verão escaldante do Rio de Janeiro, não?

Ah, a minha prima comprou uma pra ela em Pernambuco. Quando viu a minha, chegou a conclusão que a bolsa de palha é a coisa mais globalizada que há! Vixe!

segunda-feira, janeiro 18, 2010

O tanto que eu estou trabalhando

Eu não sei porque, mas ando trabalhando muito. Por isso, estou até sem tempo para postar. Tenho visto muita coisa, pensado outras tantas, lido à beça, conversado com os meus botões, já que andou dando boi-na-linha com o meu mais recente-e-querido-interlocutor, e a gente não consegue trocar umas boas idéias há tempos... mas, fora isso, a cabeça anda a mil, querendo contar muitas coisas pra vocês.

Fora o trabalho, tem ainda esse calor, essa coisa doida. Ninguém aguenta, fica baratinado, ferve os miolos. É uma coisa tão fora do normal, que, aff, meu Deus. Essa semana, deu 50 graus na Central do Brasil, centrão mesmo do Rio de Janeiro. Eu, que saio para almoçar ali no Largo da Carioca, fico pensando na volta, que já sei vai ser terrível. Tem horas que acho que estou no deserto do Saara, e olha que o Saara da gente é logo ali (mas eu não me atrevo a ir lá, nem pensar).

Já vi que muitos colegas estão optando por levar comida, a boa e velha marmita, para não ter que ir na rua na hora do almoço. Será que eu aguentaria? Sei não... mas, já andei cogitando.

Então, ter que trabalhar tanto, e com um calor desses esquentando a cabeça, chega dar um certo mal-estar e nenhuma, mas nenhuma vontade de postar alguma coisa nova no blog. Total preguiça de fim-de-tarde, que me leva a querer cama e ar-condicionado... e nada de malhação.

Aliás, esta é uma decisão de ano novo que preciso por em prática rápido: voltar a malhar. O corpo está pedindo. Com tantas comemorações, comilanças e festinhas, se a gente não se controla, perde a vontade de se olhar no espelho.

Bom, e com a conexão caindo o tempo todo, só me resta rezar para que este post consiga ir para o ar, caso contrário, terei perdido tempo e boa parte da minha vontade de escrever de novo...